domingo, 1 de fevereiro de 2009

Empathy - um cliente de messagens instantaneas leve para o GNOME




Hoje estava lendo as notas de lançamento do Gnome e por acaso descobri que desde a versão 2.24 foi incluído um cliente de mensagens instantâneas chamado Empathy. Ele foi baseado no Telepathy que fornece um framework de comunicações comum para aplicativos terem acesso a recursos de mensagens instantâneas. Ele pode usar vários protocolos comuns, como Jabber/XMPP, Google Talk, MSN Messenger e Rendezvous/Bonjour. O Empathy também tem suporte a conferências XMPP/SIP de áudio e vídeo, como nos dispositivos Nokia N800/N810 (o vídeo necessita do codec de H.263 para GStreamer). O Empathy faz um ótimo par com o Ekiga, o cliente SIP de áudio e vídeo do GNOME. Apesar de ser muito semelhante ao Pidgin, principalmente na aparência, o Empathy parece ser bem mais leve que o irmão mais velho. Enquanto o Pidgin consome na minha máquina valiosos 70mb de memória, pude observar que o Empathy e suas bibliotecas estavam consumindo em torno de 30mb. Ele também armazena as senhas das contas no chaveiro padrão bem ao estilo da dupla Kawllet, Kopete. A instalação é simples como de costume. Bastando apenas um:

$ sudo apt-get install empathy

Pronto. Agora temos mais um cliente de mensagens instantâneas de peso, apesar de leve, hehehehe.

Fonte:http://library.gnome.org/misc/release-notes/2.24/

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Linux como alternativa de sistema operacional para desktops

Feliz ano novo para todos. Depois de algum tempo sem postar nada, decidi postar aqui a minha monografia que foi justamente o motivo desta ausência de posts durante esses meses. Como o título deste post sugere, a monografia foi desenvolvida com o objetivo de demostrar que o Linux pode ser utilizado como um sistema para desktop, procurando focar o usuário comum que na maioria das vezes já utilizou o Windows. Prefiro deixar aqui a introdução para que as pessoas tenham o interesse de baixá-la na íntegra.

Introdução

Há algumas décadas, os computadores possuíam características muitas limitadas como baixa capacidade de memória, processamento, etc. Como tinham poucos recursos, era necessário programadores que realmente conhecessem a fundo suas características, para extrair o máximo de desempenho, confiabilidade e capacidade de armazenamento da máquina. Foi em meio a esse cenário que um pesquisador da Bell Labs chamado Ken Thompson iniciou o desenvolvimento do sistema operacional Unix que passou a ser proprietário da AT&T. Um sistema operacional, nada mais é do que um conjunto de programas que gerenciam os recursos básicos de um computador. Ele é responsável por controlar a parte física do computador fazendo a interface entre o usuário e os programas. Ken Thompson criou um sistema operacional rápido, seguro, eficiente, multitarefa e multiusuário, mas da mesmo forma que os programadores da sua época, não se preocupou em criar mecanismos que facilitassem a utilização do sistema por usuários “leigos”. Na verdade, naquela época talvez nem existissem tais usuários, pois computadores eram utilizados apenas por grandes empresas e nos meios científicos e acadêmicos.
Com a chegada dos microcomputadores por volta de 1981 e a sua utilização por usuários considerados “leigos”, surgiu a necessidade de desenvolver sistemas mais amigáveis que facilitassem a utilização do sistema. O MS-DOS da Microsoft trouxe estas características, mas deixou de lado a robustez, a eficiência e a capacidade de ser multitarefa e multiusuário como o Unix. Foi quando em 1990, um jovem estudante finlandês chamado Linus Torvalds baseando-se no clone do Minix que por sua vez era quase um clone do Unix, desenvolveu o kernel Linux juntamente com várias pessoas ao redor do mundo que o ajudaram a incluir suporte ao hardware, aos programas auxiliares, às interfaces gráficas, etc, para que tudo funcionasse sem problemas.
Dentro deste contexto, este trabalho objetiva demonstrar que o Linux é uma alternativa de sistema operacional para a realização de tarefas básicas em relação ao sistema operacional Microsoft Windows e que, apesar de o usuário não ter que pagar pelo uso do sistema, não significa que ele e seus aplicativos não contemplem as mesmas tarefas realizadas no sistema operacional Microsoft Windows ou que tenham menor eficiência na realização destas tarefas. Pretende-se quebrar um mito de que Linux é difícil de utilizar, que foi feito para geeks e não para usuários comuns. Para tanto, são apresentadas características de quatro distribuições Linux voltadas para desktops na qual encontra-se uma tabela de informações sobre a instalação, remoção e atualização de programas e uma outra tabela com vários aplicativos equivalentes e similares entre os dois sistemas. Além disso, o anexo inclui um tutorial passo-a-passo que demostra como configurar e utilizar alguns aplicativos básicos. Por fim, foi desenvolvido um shell script que automatiza a instalação e configuração de alguns aplicativos básicos para uma distribuição Linux. Este shell script apresenta uma lista de aplicativos básicos, uma breve descrição de cada aplicativo e seu similar ou equivalente na plataforma Microsoft Windows. Ele foi desenvolvido para a distribuição Ubuntu versão Intrepid Ibex, mas nada impede que ele possa ser modificado para funcionar em outras distribuições. Os aplicativos já estão contidos num CD juntamente com o shell script para que a instalação dos aplicativos ocorra sem a necessidade de uma conexão do tipo banda larga, evitando a demora e a frustração para quem utiliza uma conexão comum para baixá-los.
Assim, no capítulo 1, será explicada a evolução histórica do Linux abordando a história do sistema operacional Unix da qual o Linux foi originado.
No capítulo 2, serão apontados os motivos que fazem do Linux um sistema operacional que também pode ser utilizado em desktops com a mesma eficiência e às vezes melhor do que o sistema Microsoft Windows.
No capítulo 3, serão apresentadas as características de distribuições populares voltada para usuários de desktops e também uma lista de aplicativos equivalentes ou similares ao Windows disponíveis para Linux.
No capítulo 4, será demostrado como foi de desenvolvido o shell script.
No capítulo 5, serão demonstrados os resultados obtidos através da avaliação dos próprios usuários.

Graças a Deus fui aprovado. No final senti uma satisfação imensa em desenvolver este trabalho pois sou apaixonado pelo sistema. Abaixo está o link para download e feliz 2009 para todos.

http://www.4shared.com/file/78327300/b156225/Linux_Como_Alternativa_De_Sistema_Operacional_Para_Desktops.html

domingo, 28 de setembro de 2008

Baixando videos da internet

Baixar vídeos da internet virou moda e a cada dia aparecem novos programas que facilitam esta tarefa como os gerenciadores de download e outros. Cada vez mais também surgem sites que disponibilizam conteúdo na forma de vídeos. Entretanto, a maioria deles fornecem o vídeo na forma de streaming permitindo que o conteúdo seja apenas visto diretamente no navegador. Observamos que vários programas já permitem realizar o download do streaming mas alguns sites ainda tentam esconder o link direto do vídeo. Entre eles existem dois que descobri recentemente: DiscoveryChannel e Olhardigital . Mas, para nossa felicidade, o flashgot lançou o FlashGot Media statusbar ícone, que como o próprio nome diz, é um pequeno ícone que aparece no canto inferior direito do firefox quando um streaming de vídeo é iniciado. Ao clicar neste ícone abre-se uma caixa de diálogo perguntando se deseja fazer o download do vídeo. Se por acaso este botão não aparecer basta ativá-lo digitando na barra de endereços do firefox about:config. Acesse o item flashgot.media.statusIcon e deixe com valor true. Muito prático, não? :-)

sábado, 30 de agosto de 2008

Gravação fácil do desktop com Byzanz no Ubuntu

Esse artigo foi publicado no UbuntuGeek e foi traduzido utilizando o tradutor do google.

" Você está num fórum e não é capaz de descrever uma ação que realizou no seu Ubuntu? "Clique na parte superior da barra na parte cinzenta, você sabe. E, em seguida, arraste o ícone. O ícone azul. Arraste-o para o desktop… ". O fato é que pode ser difícil descrever em palavras procedimentos simples realizados com o mouse. A solução está em suas mãos, no entanto. Byzanz é uma aplicação que permite gravar seu desktop, uma janela, ou uma área definida como uma tela de um filme. O arquivo resultante é uma animação .gif, que pode ser visualizado em praticamente qualquer navegador web. Você pode colocar este gif em um fórum, por exemplo, para pedir ajuda. A única desvantagem é que arquivo resultante pode ser grande, dependendo da área que você tenha definido, e a duração do filme. De fato, gravações completas do Desktop podem ocupar facilmente a casa de dois dígitos, em megabytes. No Ubuntu Hardy, o pacote pode ser instalado usando o Synaptic bastando procurar pela palavra Byzanz. Depois de instalado, clique com botão direito numa parte branca do painel superior e selecione Adicionar ao Painel. Em seguida, selecione Desktop Recorder a partir da lista. Note que Byzanz não irá funcionar corretamente se os efeitos visuais do desktop estiverem ativados. Para desativá-los, clique em Sistema -> Preferências -> Aparência e, em seguida, clique na aba Efeitos visuais. Em seguida, clique no botão de opção Nenhum. Quando você terminar a gravação usando Byzanz, repita, e clique no Normal ou Extra. Depois que o ícone do aplicativo aparece no painel, clique na pequena seta para baixo para selecionar gravar o desktop, uma área do mesmo, ou uma determinada janela. Ao selecionar uma área do desktop, a tela ficará preta e você deverá clicar e arrastar para definir onde você quer gravar (a tela preta parece um erro mas você deverá saber qual parte do desktop deseja gravar). Se você selecionar gravar uma janela de programa o mouse irá virar uma cruz. Basta clicar na janela que deseja gravar. Na sequência, dará início a gravação. O ícone do Byzanz vai aparecer como um círculo vermelho. Quando terminar, clique no círculo vermelho para parar a gravação. Você será questionado onde deseja salvar o arquivo de filme. Observe que o arquivo gif não será visualizado como um filme no visualizador de imagens do Gnome, quando você clica duas vezes nele. Você não visualizará nada a não ser o primeiro quadro. Ao invés disso, abra o arquivo com o Firefox para ver animação completa. Para isso, dê um clique com botão direito no arquivo e escolha Abrir Com -> Abrir com "navegador Firefox". Aqui está um exemplo de alguns segundos de gravação do shell em trabalho. Clique para visualizar. Se trata de apenas 64KB. Nada mal. Com certeza é possível enviar por email para mostrar para alguém como deve ser feito algo, ou postar em um fórum sem medo de sobrecarregar o servidor."



Créditos: Thomas Keir
Fonte: http://www.ubuntugeek.com/desktop-recording-made-easy-with-byzanz.html


Como instalar o Firefox da Mozilla automaticamente

Tive alguns problemas com o firefox que vem instalado por padrão no Ubuntu. Estava congelando o tempo todo depois das últimas atualizações mesmo em páginas sem animações em flash. Então encontrei um artigo no VOL que demostra como instalar sempre a última versão diretamente da Mozilla através do ubuntuzilla. Abaixo está o artigo na íntegra:

"Instalar o Firefox não é tão simples pra quem está começando, já que é preciso descompactar o pacote, copiá-lo para /opt e criar/substituir links. Mas, graças ao "ubuntuzilla", fica muito fácil manter o Firefox atualizado.O "ubuntuzilla" é um script em python que permite a instalação automática (incluído o download) da última versão do Mozilla Firefox, do Mozilla SeaMonkey e do Mozilla Thunderbird no Ubuntu.Basta o download do script no site do projeto (link no final do post) e um duplo clique para instalá-lo no Ubuntu via gdebi.Depois, para instalar o Firefox, abra um terminal e digite:

# ubuntuzilla.py

O comando acima procura uma nova versão, faz o download (checando as assinaturas) e instala preservando suas configurações (idioma, extensões, temas, favoritos etc.). Ele também permite a instalação de um "update manager" exclusivo para o Firefox.E para instalar os demais softwares da Mozilla, os comandos são:

# ubuntuzilla.py -a install -p thunderbird

# ubuntuzilla.py -a install -p seamonkey

Em suma, é uma mão-na-roda esse script, pois ele permite até mesmo voltar para a versão original (leia-se a instalada pelo Ubuntu) do Firefox.

Link do "ubuntuzilla": http://ubuntuzilla.wiki.sourceforge.net/

Só testei no Firefox. Perfeito !!!

Aproveitem."

Créditos: Roberto Jr
Fonte:http://www.vivaolinux.com.br/dica/Atualizar-Firefox-SeaMonkey-Thunderbird-no-Ubuntu/